quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Reflexão: Sobre consequências da Modernidade
A descontextualização dos sistemas sociais nas últimas décadas veio alterar o mundo em virtude das características da modernidade.Conceito de modernidade explica o movimento histórico das sociedades tradicionais e modernas e o papel desempenhado pela globalização.Actualmente, vemos-nos envolvidos em questões que dizem respeito ao crescimento das incertezas que caracterizam os caminhos de nossa civilização. Infelizmente, apesar de todo o desenvolvimento material, técnico e científico, moral e filosófico, e das terríveis experiências, guerras, separações, depressões acabamos por estar dependentes da tecnologia e dos Peritos.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Reflexão sobre a ficha Correlação de Person
Nesta ficha que acabei de fazer falei de uma matéria que não tinha muitos conhecimentos sobre ela.Nunca tinha pensado que a Correlação de Person , e nem me apercebia que várias coisas do dia a dia existem e acontecem porque alguém já fez estudos científicos para que possa viver na sociedade com mais qualidade de vida.A educação de saúde inclui a educação sexual, higiene etc. É um factor que influência por exemplo o número de novos casos de infecções de SIDA (limito o meu exemplo à África: uma sociedade a desenvolver).Sabemos que as pessoas bem informadas protegem-se melhor da doença, portanto existe uma correlação entre o nível de formação de pessoas e o número de casos de SIDA numa comunidade.Por outro, nas sociedades desenvolvidas e ricas (ex: Europa), as pessoas têm o acesso mais fácil ao tratamento médico. Por isso deixam de ter medo das doenças.As doenças potencialmente terminais (ex: SIDA) na Europa têm tratamento relativamente fácil e as pessoas infectadas não deixam de ter qualidade de vida, por isso estão menos motivadas a protegerem-se da infecção.A correlação torna-se uma ferramenta que pode vir ajudar a criar melhores métodos de luta contra a doença. Para isso deve haver: melhores campanhas informativas, melhores programas de informação e melhores estratégias de motivar a sociedade para se proteger. Em outras palavras, este conhecimento sobre a correlação ajuda-nos a entender e a modificar a realidade.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Nascido em Setúbal às três horas da tarde de 15 de Setembro de 1765, falecido em Lisboa na manhã de 21 de Dezembro de 1805, era filho do bacharel José Luís Soares de Barbosa, juiz de fora, ouvidor, e depois advogado, e de D. Mariana Joaquina Xavier l'Hedois Lustoff du Bocage, cujo pai era francês.
Teve cinco irmãos.
O pai do poeta, José Luís Soares de Barbosa, nasceu em Setúbal, em 1728. Bacharel em Direito por Coimbra, foi juiz de fora em Castanheira e Povos, cargo que exercia durante o terramoto de 1755, que arrasou aquelas povoações.
Em 1765, foi nomeado ouvidor em Beja. Acusado de ter desviado a décima enquanto ouvidor, possivelmente uma armadilha para o prejudicar, visto ser próximo de pessoas que foram vítimas de Pombal, o pai de Bocage foi preso para o Limoeiro em 1771, nunca chegando a fazer defesa das suas acusações. Com a morte do rei D. José, em 1777, dá-se a "viradeira", que valeu a liberdade ao pai do poeta, que voltou para Setúbal, onde foi advogado.
Sua mãe era segunda sobrinha da célebre poetisa francesa, madame Marie Anne Le Page du Bocage, tradutora do "Paraíso" de Milton, imitadora da "Morte de Abel", de Gessner, e autora da tragédia "As Amazonas" e do poema épico em dez cantos "A Columbiada", que lhe mereceu a coroa de louros de Voltaire e o primeiro prémio da academia de Rouen.
Apesar das numerosas biografias publicadas após a sua morte, boa parte da sua vida permanece um mistério. Não se sabe que estudos fez, embora se deduza da sua obra que estudou os clássicos e as mitologias grega e latina, que estudou francês e também latim. A identificação das mulheres que amou é duvidosa e discutível.
A sua infância foi infeliz. O pai foi preso , quando ele tinha seis anos e permaneceu na cadeia seis anos. A sua mãe faleceu quando tinha dez anos. Possivelmente ferido por um amor não correspondido, assentou praça como voluntário em 22 de Setembro de 1781 e permaneceu no Exército até 15 de Setembro de 1783. Nessa data, foi admitido na Escola da Marinha Real, onde fez estudos regulares para guarda-marinha. No final do curso desertou, mas, ainda assim, aparece nomeado guarda-marinha por D. Maria I.
Nessa altura, já a sua fama de poeta e versejador corria por Lisboa.
Em 14 de Abril de 1786, embarcou como oficial de marinha para a Índia, na nau “Nossa Senhora da Vida, Santo António e Madalena”, que chegou ao Rio de Janeiro em finais de Junho.
Na cidade, viveu na actual Rua Teófilo Otoni, e diz o "Dicionário de Curiosidades do Rio de Janeiro" de A. Campos - Da Costa e Silva, pg 48, que "gostou tanto da cidade que, pretendendo permanecer definitivamente, dedicou ao vice-rei uma poesia-canção cheia de bajulações, visando atingir seus objectivos. Sendo porém o vice-rei avesso a elogios, fê-lo prosseguir viagem para as Índias". Fez escala na Ilha de Moçambique (início de Setembro) e chegou à Índia em 28 de Outubro de 1786. Em Pangim, frequentou de novo estudos regulares de oficial de marinha. Foi depois colocado em Damão, mas desertou em 1789, embarcando para Macau.
Foi preso pela inquisição, e na cadeia traduziu poetas franceses e latinos.
A década seguinte é a da sua maior produção literária e também o período de maior boémia e vida de aventuras.
Já Bocage não sou!…À cova escuraMeu estro vai parar desfeito em vento…Eu aos céus ultrajei! O meu tormentoLeve me torne sempre a terra dura.(…)
Bocage
Ainda em 1790 foi convidado e aderiu à Academia das Belas Letras ou Nova Arcádia, onde adoptou o pseudónimo Elmano Sadino. Mas passado pouco tempo escrevia já ferozes sátiras contra os confrades.
Em 1791, foi publicada a 1.ª edição das “Rimas”.
Dominava então Lisboa o Intendente da Polícia Pina Manique que decidiu pôr ordem na cidade, tendo em 7 de Agosto de 1797 dado ordem de prisão a Bocage por ser “desordenado nos costumes”. Ficou preso no Limoeiro até 14 de Novembro de 1797, tendo depois dado entrada no calabouço da Inquisição, no Rossio. Aí ficou até 17 de Fevereiro de 1798, tendo ido depois para o Real Hospício das Necessidades, dirigido pelos Padres Oratorianos de São Filipe Neri, depois de uma breve passagem pelo Convento dos Beneditinos. Durante este longo período de detenção, Bocage mudou o seu comportamento e começou a trabalhar seriamente como redactor e tradutor. Só saiu em liberdade no último dia de 1798.
De 1799 a 1801 trabalhou sobretudo com Frei José Mariano da Conceição Veloso, um frade brasileiro, politicamente bem situado e nas boas graças de Pina Manique, que lhe deu muitos trabalhos para traduzir.
A partir de 1801, até à morte por aneurisma, viveu em casa por ele arrendada no Bairro Alto, naquela que é hoje o n.º 25 da travessa André Valente.
A 15 de Setembro, data de nascimento do poeta, é feriado municipal em Setúbal.
[editar] Filmes e séries
Em 2006 a história de Bocage foi adaptada para a TV numa mini-série produzida pela RTP e protagonizada por Miguel Guilherme.
[editar] Bibliografia
Couto, António Maria do. Memorias sobre a vida de Manuel Maria Barbosa de Bocage;
Silva, José Maria da Costa e. Vida de M. M. B. du B. por Silva (in tomo IV das Poesias publicadas por Marques Leão);
Felner, Rodrigo José de Lima. Biographia (in Panorama, vol. IX, 1846);
Castilho, José Feliciano de. Noticia da vida e obras de M. M. de B. du B.;
Silva, Rebelo da. Memoria biographica e litteraria acerca de M. M. de B. du B.;
Estudo biographico e litterario (in edição completa das Poesias de Bocage, feita, em 1853);
Panorama, tomo X, 1853;
Xavier, F. N. Os documentos para a biographia de M. M. de B. du B. (in Archivo Universal);
Braga, Teófilo. Bocage;
Gonçalves, Adelto. Bocage, o perfil perdido. Lisboa, Editorial Caminho, 2003. ISBN 972-21-1561-8;[1]
Aranja, Álvaro. Bocage, a Liberdade e a Revolução Francesa. Setúbal, Centro de Estudos Bocageanos, 2003.
Teve cinco irmãos.
O pai do poeta, José Luís Soares de Barbosa, nasceu em Setúbal, em 1728. Bacharel em Direito por Coimbra, foi juiz de fora em Castanheira e Povos, cargo que exercia durante o terramoto de 1755, que arrasou aquelas povoações.
Em 1765, foi nomeado ouvidor em Beja. Acusado de ter desviado a décima enquanto ouvidor, possivelmente uma armadilha para o prejudicar, visto ser próximo de pessoas que foram vítimas de Pombal, o pai de Bocage foi preso para o Limoeiro em 1771, nunca chegando a fazer defesa das suas acusações. Com a morte do rei D. José, em 1777, dá-se a "viradeira", que valeu a liberdade ao pai do poeta, que voltou para Setúbal, onde foi advogado.
Sua mãe era segunda sobrinha da célebre poetisa francesa, madame Marie Anne Le Page du Bocage, tradutora do "Paraíso" de Milton, imitadora da "Morte de Abel", de Gessner, e autora da tragédia "As Amazonas" e do poema épico em dez cantos "A Columbiada", que lhe mereceu a coroa de louros de Voltaire e o primeiro prémio da academia de Rouen.
Apesar das numerosas biografias publicadas após a sua morte, boa parte da sua vida permanece um mistério. Não se sabe que estudos fez, embora se deduza da sua obra que estudou os clássicos e as mitologias grega e latina, que estudou francês e também latim. A identificação das mulheres que amou é duvidosa e discutível.
A sua infância foi infeliz. O pai foi preso , quando ele tinha seis anos e permaneceu na cadeia seis anos. A sua mãe faleceu quando tinha dez anos. Possivelmente ferido por um amor não correspondido, assentou praça como voluntário em 22 de Setembro de 1781 e permaneceu no Exército até 15 de Setembro de 1783. Nessa data, foi admitido na Escola da Marinha Real, onde fez estudos regulares para guarda-marinha. No final do curso desertou, mas, ainda assim, aparece nomeado guarda-marinha por D. Maria I.
Nessa altura, já a sua fama de poeta e versejador corria por Lisboa.
Em 14 de Abril de 1786, embarcou como oficial de marinha para a Índia, na nau “Nossa Senhora da Vida, Santo António e Madalena”, que chegou ao Rio de Janeiro em finais de Junho.
Na cidade, viveu na actual Rua Teófilo Otoni, e diz o "Dicionário de Curiosidades do Rio de Janeiro" de A. Campos - Da Costa e Silva, pg 48, que "gostou tanto da cidade que, pretendendo permanecer definitivamente, dedicou ao vice-rei uma poesia-canção cheia de bajulações, visando atingir seus objectivos. Sendo porém o vice-rei avesso a elogios, fê-lo prosseguir viagem para as Índias". Fez escala na Ilha de Moçambique (início de Setembro) e chegou à Índia em 28 de Outubro de 1786. Em Pangim, frequentou de novo estudos regulares de oficial de marinha. Foi depois colocado em Damão, mas desertou em 1789, embarcando para Macau.
Foi preso pela inquisição, e na cadeia traduziu poetas franceses e latinos.
A década seguinte é a da sua maior produção literária e também o período de maior boémia e vida de aventuras.
Já Bocage não sou!…À cova escuraMeu estro vai parar desfeito em vento…Eu aos céus ultrajei! O meu tormentoLeve me torne sempre a terra dura.(…)
Bocage
Ainda em 1790 foi convidado e aderiu à Academia das Belas Letras ou Nova Arcádia, onde adoptou o pseudónimo Elmano Sadino. Mas passado pouco tempo escrevia já ferozes sátiras contra os confrades.
Em 1791, foi publicada a 1.ª edição das “Rimas”.
Dominava então Lisboa o Intendente da Polícia Pina Manique que decidiu pôr ordem na cidade, tendo em 7 de Agosto de 1797 dado ordem de prisão a Bocage por ser “desordenado nos costumes”. Ficou preso no Limoeiro até 14 de Novembro de 1797, tendo depois dado entrada no calabouço da Inquisição, no Rossio. Aí ficou até 17 de Fevereiro de 1798, tendo ido depois para o Real Hospício das Necessidades, dirigido pelos Padres Oratorianos de São Filipe Neri, depois de uma breve passagem pelo Convento dos Beneditinos. Durante este longo período de detenção, Bocage mudou o seu comportamento e começou a trabalhar seriamente como redactor e tradutor. Só saiu em liberdade no último dia de 1798.
De 1799 a 1801 trabalhou sobretudo com Frei José Mariano da Conceição Veloso, um frade brasileiro, politicamente bem situado e nas boas graças de Pina Manique, que lhe deu muitos trabalhos para traduzir.
A partir de 1801, até à morte por aneurisma, viveu em casa por ele arrendada no Bairro Alto, naquela que é hoje o n.º 25 da travessa André Valente.
A 15 de Setembro, data de nascimento do poeta, é feriado municipal em Setúbal.
[editar] Filmes e séries
Em 2006 a história de Bocage foi adaptada para a TV numa mini-série produzida pela RTP e protagonizada por Miguel Guilherme.
[editar] Bibliografia
Couto, António Maria do. Memorias sobre a vida de Manuel Maria Barbosa de Bocage;
Silva, José Maria da Costa e. Vida de M. M. B. du B. por Silva (in tomo IV das Poesias publicadas por Marques Leão);
Felner, Rodrigo José de Lima. Biographia (in Panorama, vol. IX, 1846);
Castilho, José Feliciano de. Noticia da vida e obras de M. M. de B. du B.;
Silva, Rebelo da. Memoria biographica e litteraria acerca de M. M. de B. du B.;
Estudo biographico e litterario (in edição completa das Poesias de Bocage, feita, em 1853);
Panorama, tomo X, 1853;
Xavier, F. N. Os documentos para a biographia de M. M. de B. du B. (in Archivo Universal);
Braga, Teófilo. Bocage;
Gonçalves, Adelto. Bocage, o perfil perdido. Lisboa, Editorial Caminho, 2003. ISBN 972-21-1561-8;[1]
Aranja, Álvaro. Bocage, a Liberdade e a Revolução Francesa. Setúbal, Centro de Estudos Bocageanos, 2003.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Reflexões
REFLEXÃO SOBRE ACÇÃO SOCIAL
Nesta disciplina descobri que o Max Weber foi o pai da sociologia e fiquei a conhecer as teorias que ele defendia que era a acção social.A teoria diz-nos haver duas regras , uma pelo sentido intentado e a outra pelo sentido orientado em relação aos outros, onde podemos prever os comportamentos.As práticas individuais tem uma certa lógica orientadas por uma intenção e temos que descobrir essa lógica ou então não conseguimos explicar a sua acção.As vezes a nossa maneira maneira de ser condiciona e exige ao seu filho o mesmo que ele fez, ao passo que o de menor extracto social, não pode exigir muito ao seu filho.
Nesta disciplina descobri que o Max Weber foi o pai da sociologia e fiquei a conhecer as teorias que ele defendia que era a acção social.A teoria diz-nos haver duas regras , uma pelo sentido intentado e a outra pelo sentido orientado em relação aos outros, onde podemos prever os comportamentos.As práticas individuais tem uma certa lógica orientadas por uma intenção e temos que descobrir essa lógica ou então não conseguimos explicar a sua acção.As vezes a nossa maneira maneira de ser condiciona e exige ao seu filho o mesmo que ele fez, ao passo que o de menor extracto social, não pode exigir muito ao seu filho.
REFLEXÃO SOBRE REPRESENTAÇÕES SOCIAIS
Na vida sabe sempre bem falar-mos de tudo nem que seja num café porque temos necessidade de falar mas por falta de tempo, paciência ou mesmo por não ter conhecimento para o debate científico, não chegamos a aprofundar. A internet deve ser uma boa ferramenta para o dia a dia e nao um vicio tanto ao estudo como à nossa vida particular bem como profissional, portanto há que haver um método.
REFLEXÃO SOBRE REPRESENTAÇÃO CIENTÍFICA
Para se chegar à representação científica, sera necessário utilizar o método cientifico.Na nossa vida algumas representações sociais são coisas banais, porque utilizamos linguagem não cientifica.
Esse caminho começa por fazer uma pergunta, fazer pesquisa de fundo, a construção de hipóteses, testar com a experimentação e depois de tudo haverá a análise de resultados bem como o desenho das conclusões. Se nós não respeitarmos os valores das pessoas, podemos fazer experiências e se respeitarmos é evidente que não iremos proceder a tais experiências, as entrevistas e um bom exemplo disso.
REFLEXÃO-Auto-Retrato e Pagina de um diário
Eu adorei falar nessas matérias coisas que há muito tempo não falava e fazia.
Estas matérias fizeram recordar bons velhos tempos onde não havia email e era tudo por carta.
Estas matérias fizeram recordar bons velhos tempos onde não havia email e era tudo por carta.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Alexandre O'Neiil
Alexandre Manuel Vahía de Castro O'Neill de Bulhões (Lisboa, 19 de Dezembro de 1924 — 21 de Agosto de 1986), ou simplemente Al, descendente de irlandeses, foi um importante poeta do movimento surrealista em Portugal fundador do Movimento Surrealista de Lisboa.
Foi várias vezes preso pela polícia política, a PIDE.
As suas primeiras influências surrealistas surgem no ano de 1947, quando contacta com Mário Cesariny. Em 1948, fundam o Grupo Surrealista de Lisboa, juntamente com José Augusto França, António Pedro e Vespeira.
Publica em 1948, dentro desta corrente, o volume de colagens A Ampola Miraculosa, integrado na colecção dos Cadernos Surrealistas.
Este grupo depressa se divide em dois e dá origem ao Grupo Surrealista Dissidente, com personalidades como António Maria Lisboa e Pedro Oom.
Também este grupo se dissolve poucos anos depois, mas as influências surrealistas permanecem visíveis nas obras de Alexandre O'Neill.
Alexandre O'Neill, não conseguindo viver apenas da sua arte, alargou a sua acção à publicidade. É da sua autoria o lema publicitário «Há mar e mar, há ir e voltar».
Publicou as antologias poéticas de Gomes Leal, de Teixeira de Pascoaes (em colaboração com F. Cunha Leão), de Carl Sandburg e de João Cabral de Melo Neto.
Gravou o disco «Alexandre O'Neill Diz Poemas de Sua Autoria».
Em 1966, foi traduzido e publicado na Itália, pela Editora Einaudi, um volume da sua poesia, Portogallo Mio Rimorso.
Em 1982 recebeu o prémio da Associação de Críticos Literários.
Suas obras foram:
Tempo de Fantasmas (1951)
No Reino da Dinamarca (1958)
Abandono Vigiado (1960)
Poemas com Endereço (1962)
Feira Cabisbaixa (1965)
De Ombro na Ombreira (1969)
As Andorinhas não têm Restaurante (1970), em prosa narrativa
Entre a Cortina e a Vidraça (1972)
A Saca de Orelhas (1979)
Uma Coisa em Forma de Assim (1980), em prosa narrativa
As Horas Já de Números Vestidas (1981)
Dezanove Poemas (1983)
O Princípio da Utopia (1986)
Foi várias vezes preso pela polícia política, a PIDE.
As suas primeiras influências surrealistas surgem no ano de 1947, quando contacta com Mário Cesariny. Em 1948, fundam o Grupo Surrealista de Lisboa, juntamente com José Augusto França, António Pedro e Vespeira.
Publica em 1948, dentro desta corrente, o volume de colagens A Ampola Miraculosa, integrado na colecção dos Cadernos Surrealistas.
Este grupo depressa se divide em dois e dá origem ao Grupo Surrealista Dissidente, com personalidades como António Maria Lisboa e Pedro Oom.
Também este grupo se dissolve poucos anos depois, mas as influências surrealistas permanecem visíveis nas obras de Alexandre O'Neill.
Alexandre O'Neill, não conseguindo viver apenas da sua arte, alargou a sua acção à publicidade. É da sua autoria o lema publicitário «Há mar e mar, há ir e voltar».
Publicou as antologias poéticas de Gomes Leal, de Teixeira de Pascoaes (em colaboração com F. Cunha Leão), de Carl Sandburg e de João Cabral de Melo Neto.
Gravou o disco «Alexandre O'Neill Diz Poemas de Sua Autoria».
Em 1966, foi traduzido e publicado na Itália, pela Editora Einaudi, um volume da sua poesia, Portogallo Mio Rimorso.
Em 1982 recebeu o prémio da Associação de Críticos Literários.
Suas obras foram:
Tempo de Fantasmas (1951)
No Reino da Dinamarca (1958)
Abandono Vigiado (1960)
Poemas com Endereço (1962)
Feira Cabisbaixa (1965)
De Ombro na Ombreira (1969)
As Andorinhas não têm Restaurante (1970), em prosa narrativa
Entre a Cortina e a Vidraça (1972)
A Saca de Orelhas (1979)
Uma Coisa em Forma de Assim (1980), em prosa narrativa
As Horas Já de Números Vestidas (1981)
Dezanove Poemas (1983)
O Princípio da Utopia (1986)
Auto-retrato
Simpático,Romântico,Solteiro
Um boémio que gosta de curtir a vida
nos seus longos 39 anos com pouco dinheiro
nesta vida já bem curtida
Nasci em Outubro quando o frio aparece
quando os passaros fazem os seu ninhos
Onde as pessoas se juntam a lareira
Por isso sou uma pessoa q gosta de carinhos
Sou uma pessoa agradável
alto e estatura media com boa aparência
Os meus olhos verdes são como um savel
mas o q interessa e a minha simpatia
Um boémio que gosta de curtir a vida
nos seus longos 39 anos com pouco dinheiro
nesta vida já bem curtida
Nasci em Outubro quando o frio aparece
quando os passaros fazem os seu ninhos
Onde as pessoas se juntam a lareira
Por isso sou uma pessoa q gosta de carinhos
Sou uma pessoa agradável
alto e estatura media com boa aparência
Os meus olhos verdes são como um savel
mas o q interessa e a minha simpatia
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