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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Reflexão sobre a ficha Correlação de Person

Nesta ficha que acabei de fazer falei de uma matéria que não tinha muitos conhecimentos sobre ela.Nunca tinha pensado que a Correlação de Person , e nem me apercebia que várias coisas do dia a dia existem e acontecem porque alguém já fez estudos científicos para que possa viver na sociedade com mais qualidade de vida.A educação de saúde inclui a educação sexual, higiene etc. É um factor que influência por exemplo o número de novos casos de infecções de SIDA (limito o meu exemplo à África: uma sociedade a desenvolver).Sabemos que as pessoas bem informadas protegem-se melhor da doença, portanto existe uma correlação entre o nível de formação de pessoas e o número de casos de SIDA numa comunidade.Por outro, nas sociedades desenvolvidas e ricas (ex: Europa), as pessoas têm o acesso mais fácil ao tratamento médico. Por isso deixam de ter medo das doenças.As doenças potencialmente terminais (ex: SIDA) na Europa têm tratamento relativamente fácil e as pessoas infectadas não deixam de ter qualidade de vida, por isso estão menos motivadas a protegerem-se da infecção.A correlação torna-se uma ferramenta que pode vir ajudar a criar melhores métodos de luta contra a doença. Para isso deve haver: melhores campanhas informativas, melhores programas de informação e melhores estratégias de motivar a sociedade para se proteger. Em outras palavras, este conhecimento sobre a correlação ajuda-nos a entender e a modificar a realidade.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Ser bom aluno, bora lá? – Representações Sociais

0) Aponta alguma das representações sociais utilizadas na anedota. Justifica a sua utilidade no diálogo quotidiano.Os alemães são bons mecânicos – na generalidade sabemos que os alemães são bons mecânicos.Os franceses são bons cozinheiros – na generalidade sabemos que os franceses são bons cozinheiros.Temos necessidade de comunicar uns com os outros, estas banalidades são tão utilizadas que começam a ser dotadas como algo adquirido, sendo que as tomemos por realidade.

1) Identifique na entrevista expressões que permitam concluir que o autor defende a lei de ouro do trabalho escolar.As expressões que o autor utiliza são: “Uma das coisas fundamentais que um aluno deve ter é método, ou seja, ter uma agenda de trabalho organizada, quase que profissional”. 2) “Não há uma “regra de ouro” para se ser bom aluno: tudo depende das características de cada um”.Justifique a inexistência da referida “regra de ouro”, observando que o próprio conceito de "bom aluno" difere nas expectativas dos diferentes estratos sociais.O autor refere que não existe uma “regra de ouro” para se ser um bom aluno. O bom aluno depende as vezes dos diferentes estratos sociais3) O lazer e o trabalho utilizam hoje as mesmas ferramentas. O autor entende que “talvez seja mais positivo tentar aproveitá-las como elementos de estudo”.3.1) Justifique as dúvidas do autor.O autor confia mais no material escrito do que nestas novas ferramentas de estudo.As vezes tem que utilizar as novas tecnologias como elementos de estudo.3.2) Defenda a utilização educativa das referidas ferramentas.As novas ferramentas são uma possibilidade de explorar o mundo ao nosso redor sem poder sair da nossa própria casa ou trabalho.Com este conceito para estudo podemos ter mais acesso a informação com maior rapidez. 4) O que consideramos importante depende em grande parte das nossas representações, designadamente (1) das concepções dominantes, (2) do senso comum, e (3) da experiência pessoal.4.1. Identifique as áreas de política educativa consideradas importantes pelo autor. O papel do estado deve apostar nas novas tecnologias; Turmas com menos alunos; Aposta no Desporto.4.2) Classifique as áreas indicadas pelo autor utilizando as categorias apresentadas no ponto 4.Novas tecnologias – Ideia de que a utilização das novas tecnologias irá melhorar o ensino,Turmas com menos alunos – Ideia de que turmas com menos alunos os professores tem mais tempo para despender com os alunos (senso comum)Desporto – deriva da sua experiência pessoal. 5) “Há uma maioria preguiçosa entre o universo estudantil nacional”.5.1. Justifique o ponto de vista do autor.O autor fala que cada vez mais mais preguiça no universo estudantil porque existe discriminação por quem estuda, faz com quem os alunos não sejam melhores para não serem discriminados por parte dos seus colegas.5.2. Atendendo a que os estudos superiores deixaram de garantir emprego, compare a motivação instrumental do ensino na geração do autor com a da geração do seu filho.O autor diz que quando acabou os estudos tinha mais hipóteses de ter emprego.Agora neste momento o filho quando acabar a licenciatura poderá não garantir emprego. Esta situação cria uma desmotivação para estudar, já que não garante trabalho.5.3) Mostre que estudar por prazer intelectual conduz a objectivos mais ambiciosos do que a procura do ensino por motivos instrumentais.Uma pessoa que goste de estudar não tem limites.Tem mais hipóteses no mundo do trabalho,a maior partes das vezes consegue os seus objectivos.6) “Há que encarar o resto da vida com alegria...”6.1. Justifique a atitude que muitos alunos que se fingem “preguiçosos” simplesmente para se subtraírem ao arbítrio dos julgamentos professorais, e afirmarem a sua vida para além da escola.Os alunos a serem discriminados pelos próprios colegas, muitos alunos preferem fingirem-se de “preguiçosos” do que serem gozados pelos colegas